Bom dia hoje mostraremos algumas observações em relação a diferença entre a explicação oferecida pela
gramatica tradicional e também as da gramatica gerativista de Chomsky sobre a analise sintática.
Segue
abaixo as definições tradicionais para os elementos sintáticos.
Os
termos destacados nesse quadro fazem parte da Nomenclatura Gramatical
Brasileira (NGB). O que isso significa? A NGB é uma espécie de resumo dos
conteúdos gramaticais referentes ao português falado no Brasil e funciona como
um guia para o ensino da nossa língua.
A
NGB foi criada em 1958 por um grupo de estudiosos e gramáticos de muito
prestígio, como Antenor Nascentes, Rocha Lima e Celso Cunha. No ano seguinte,
foi transformada em lei por uma portaria do presidente Juscelino Kubitscheck e passou a ser utilizada
obrigatoriamente nas escolas de todo o Brasil. Antes da existência dessa lei, o
estudo da gramática não era unificado e havia muita confusão com o uso de
diversas terminologias.
Hoje
em dia vários estudiosos apontam a necessidade de atualização da lei, em função
do avanço dos conhecimentos linguísticos. Mesmo assim, é a Nomenclatura
Gramatical Brasileira que define os padrões de ensino da nossa língua.
Predicado
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Verbo
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simples
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do sujeito
|
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composto
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do objeto
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indeterminado
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oculto
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oração sem sujeito
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2) Termos integrantes
da oração
Complemento verbal
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3) Termos acessórios da oração
|
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Carece de fontes: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/analise-sintatica-quadro-com-os-termos-da-oracao.htm
Como foi visualizado anteriormente,
essa contextualização e tematização não oferece a capacidade reflexiva, pois
impõem nomenclaturas e termos que muitas vezes parecem abstratos, tal aspecto
se faz claro, no momento em que se propõe a explicação para um aluno sobre
verbo transitivo e intransitivo.
Observe o dialogo entre o professor
e seus alunos de sétimo ano durante uma aula de sintaxe da Língua Portuguesa.
Professor: _O verbo transitivo é
aquele que precisa de complemento para ter sentido completo e sempre se refere
a uma ação ou fenômeno da natureza.
Professor: _Na oração: João gosta
de macarrão. Podemos observar que o verbo gostar precisa de um complemento,
pois quem gosta, gosta de alguma coisa, nesse caso o verbo pede a presença da
preposição de, então temos o que
denominamos objeto indireto.
Aluno1: Então professor o objeto
vai ser indireto quando precisar de uma preposição?
Professor: Isso mesmo. E será
direto quando não precisar da preposição como em: João faz as tarefas. Note que
nesse caso a pergunta que se faz ao verbo é o
que e não de que.
Embora seja possível observar o
esforço do professor em explicar e o empenho do aluno em buscar compreender, é
o possível observar que a exposição dos conceitos simplesmente se estabeleceu
por meio de exposições do aluno a nomenclaturas e a formulas para identificar
elementos, portanto se tratando de língua é imprescindível que o aluno vá além
dessas barreiras, pois as palavras podem variar dependendo das situações, por
isso é necessário que haja reflexão e não apenas memorizações.
É por esse motivo que há
necessidade de tentar apresentar o conteúdo de forma menos abstrata, expondo a
real função de cada palavra dentro da situação em que ela está inserida.
Todos os elementos da oração foram
trabalhados no exemplo acima, diferentemente dos outros modelos apresentados
anteriormente, que tratavam somente da transitividade do verbal.
Porém mais importante do que seguir
um ou outro caminho é saber adaptar o conteúdo para cada tipo de situação.
Existem alguns livros que trabalham os conceitos mais tradicionais
relacionando-os com os diagrama arbóreo representado no ultimo exemplo.Observe.
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