domingo, 28 de outubro de 2012



Introdução

Usaremos dos conhecimentos adquiridos durantes as aulas de morfossintaxe e também da experiência que temos adquirido observando nossos próprios alunos, para discutir sobre as dificuldades de levar o aluno a compreensão de alguns dos níveis de análise da língua portuguesa.
 O que percebemos é que ensinar conceitos e propor exercícios, sem conexão, não os leva a entender como funcionam e como se relacionam os aspectos da nossa língua.

                            
  A princípio pode parecer complicado não só para os alunos, mas também para os educadores receber e transmitir conceitos relacionados à análise sintática.
  Estamos acostumados com os conteúdos vistos de forma isolada, cada um funcionando por si só em uma oração, porém sabemos que essa forma tradicional de observação sintática apresenta inúmeros problemas, existe um em especial, “a memorização” do que é sujeito e predicado, sem levar o estudante a refletir o porquê disso. As nomenclaturas nesse caso são ensinadas, mas pouco absorvidas já que não estabelecem relações de aprendizagem.
  Tradicionalmente a análise sintática é compreendida com base em duas partes fundamentais de uma oração, o sujeito e o predicado. Observe o exemplo abaixo:


As casas amarelas
são grandes

Sujeito                         Predicado

 O exemplo acima é composto por uma ideia que não exige uma reflexão profunda em relação à estrutura sintática.
 Observe agora a análise da mesma oração a partir de outra perspectiva:

As casas amarelas são grandes



                                           
Nesse ponto de vista o estudo das palavras fica mais completo, levando em consideração a relação que cada uma apresenta dentro da oração, evidenciando assim as relações sintáticas. Importante lembrar que para esse tipo de análise é muito importante conhecer a função sintática desempenhada por cada palavra, pois uma mesma palavra pode desempenhar diferentes funções, sendo assim pode pertencer a mais de uma classe gramatical, isso faz com que a aprendizagem seja significativa, pois estabelece relações que levam o aluno a associar ideias e não apenas memorizar nomenclaturas e conceitos pré-definidos.

   Concluindo...

O exemplo 2 análisa a oração do ponto de vista morfossintático. Onde:

O= Oração
SN= Sintagma nominal
SV= Sintagma verbal
N= Nome
Mod= Modificador
SA= Sintagma Adjetival
ADJ= Adjetivo
Cóp= Cópula

    Considerando que a morfologia estuda as palavras de acordo com suas classes gramaticais e a sintaxe estuda a função que elas exercem. A morfossintaxe ao unir os dois conceitos permite uma análise mais completa que exige do aluno a capacidade de associar conhecimentos, como já foi dito anteriormente, e faz com que o ele de fato compreenda como se estrutura uma oração, que relações ela estabelece entre si.                                                                                                                                                                                                                                                                                                        Significa muito mais que conhecer nomenclaturas e ter alguns conceitos decorados.
                                      
                                                                           Por: Adrieli,Juliana e Miguel

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